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Celta - Significa "Povo do Segredo" e vem do grego "Keltoi". Hail to Boudicca!
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:: sexta-feira, fevereiro 22, 2002 ::

A religião Celta apresenta muitas divindades femininas, tal como a grande Deusa ou Deusa Mãe. A deusa Mãe dos Celtas geralmente era representada como uma mulher alta, com longos cabelos negros e com um forte corpo (Não como a anabolizada Joana Prado, vulgo "Feiticeira"), totalmente vestida para o combate, portando escudo e espada ou algumas vezes um grande machado. Era essa deusa que instruia o herói sobre segredos de guerra superiores.
Esse guerreiro escolhido entre os melhores seria um "Avatar", a presença física da divindade na terra. Há vários relatos que descrevem esses guerreiros sagrados morrendo, não pelos ferimentos sofridos durante o combate mas pelo poder excessivo da deusa em seus corpos. Esses "Avatares" eram enterrados com todo o ritual e honra que mereciam, portando suas armas e armaduras usadas em vida.
As divindades celtas eram por natureza tribais. E cada tribo ou clan tinha seus próprios nomes para as divindades (existem mais de 300 nomes listados até hoje!) , isso mostrava como os celtas eram próximos aos seus deuses, como se a divindade reconhecesse o chamado pelo nome usado, e respondesse de forma diferente, conferindo força ou coragem em doses particulares. Os celtas acreditavam em artefatos (caldeirões, jóias e armas) encantados ou milagrosos. E nenhum desses artefatos poderia ser tocado por pessoas comuns, as armas abençoadas pelos deuses só poderiam ser manuseadas pelos heróis, os melhores guerreiros podiam usar as jóias da tradição e da junção, que eram sinais da união com os deuses, o caldeirão só poderia ser usado pelos Druídas e, quando permitido, pelos chefes. E, sob benhuma circunstância, os nomes reais desses artefatos deveriam ser ditos em voz alta pois acreditava-se que ao dizer o nome de um item sagrado o mesmo perderia o poder. Então esses itens eram chamados pelos nomes comuns tais como: A Lança, o Caldeirão, etc…

Flores para Titânia, senhora da floresta e carne para Oberon, senhor dos animais!!

:: Cato 5:56 PM [+] ::
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:: quarta-feira, fevereiro 20, 2002 ::
Detalhes sobre o "Amor Cortês" By Cato

Até o Sec XII a igreja ditava que todo o amor era maléfico, pois levava o homem a um estado catatônico, melancólico ou bestificador . Mesmo quando relacionado a dama amada o excesso desse sentimento era destrutivo, pois levava o cavaleiro a exaustão quase completa. Nas palavras de São Jerônimo "Para uma mulher desconhecida, todo o amor é infame; para com a sua, todo o amor deve ser comedido; é adúltero aquele que ama com demasiado ardor a própria mulher".
Os poetas do Languedoc foram os primeiros a se rebelar contra esses ensinamentos. Para eles o amor não é loucura, mas sabedoria. Não degenera de nenhuma forma o indivíduo, mas, pelo contrário, fortalece todas as capacidades do coração e do espírito. O amor para eles é vivificador, a fonte de todas as virtudes, que torna o homem delicado e generoso, humilde e conquistador, sincero e alegre.
O Fin D'amors dos trovadores exige uma perfeita disciplina do desejo. O amante, totalmente submisso à sua dama, deve-lhe um longo e total serviço amoroso sem esperar recompensa. Deve consagrar suas forças a viver dessa incerteza, progredindo moralmente em função da temperança que se impõe e dos obstáculos que enfrenta. Para certos poetas, o amor é completamente trancendido; o enamorado, imerso num estado próximo à contemplação religiosa, está num estado infantil onde a mulher amada pode fazer o que bem quiser:

"Por ela, serei mentiroso ou sincero,
ou leal ou trapaceiro,
ou vilão ou cavaleiro,
trabalhador ou vadio,
pois ela é que tem poder
de me elevar ou me rebaixar"*.

*A. Jeanroy, Les poésies de Cercamon, versos 51-56.
Traduzido por mim.
:: Cato 11:56 PM [+] ::
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:: terça-feira, fevereiro 19, 2002 ::
"An eala bhan"

A mhagaudh na bi tursach,
A ruin, ged gheibhinn bas
Co am fear am measg an t-sluaigh
A mhaireas buan gu brath?
Chan eil sinn uile ach air chuairt,
Mar dhithein buaile fas,
Bheir siantannan na bliahna sios
'S nach tog a' ghrian an aird.
--------------------------------------
Maggie, don't be sad,
Love, if I should die -
Who among men
Endures eternally?
We are all only on a journey,
Like flowers in the deserted cattle fold,
That the year's wind and rain will bring down
And that the sun cannot raise.

:: Cato 5:01 PM [+] ::
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Os celtas foram proibidos, pelos conquistadores romanos e depois , pelos ingleses de passar sua cultura por quaisquer meios escritos sob pena de morte por evisceração. Foram impedidos até mesmo de citar o nome de suas tribos e de usar sobrenomes, não podiam portar armas e, de modo algum poderiam ser educados em escolas. Mas nem todas essas limitações foram suficientes para acabar com o sangue celta, o que antes era escrito começou a ser passado adiante pela tradição oral, tornando os celtas os melhores e maiores contadores de estórias e trovadores de todos os tempos.
:: Cato 1:04 AM [+] ::
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:: segunda-feira, fevereiro 18, 2002 ::
Rainha da tribo Celta Iceni, na Bretanha Romana, Boudicca (ou Boadicea) liderou uma revolta contra os Romanos em 60 ac. Os rebeldes Celtas espalharam destruição através da Inglaterra e, de acordo com Tacitus (historiador romano) mataram mais de 70 000 romanos e aliados. Eram apenas 3 000 Celtas contra as legiões Romanas de Suetonius Paulinus que contava com mais de 20 000 soldados experientes, e mesmo assim, para cada celta caído haviam três romanos mortos.
Glória a Lug!!

:: Cato 12:37 AM [+] ::
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